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20 thoughts on “4/6. Sobre el AUTISMO

  • April 20, 2020 at 1:37 pm
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    ¡Hola! te puedo pedir ayuda? Me iría bien que me orientaras. En mi grupo hay un niño diagnosticado TEA, actualmente tiene 5 años, yo diría más bien que se acerca más la “descripción” de asperger, tiene una memoria increíble y suele tener intereses que van por temporadas, marcas de coches, insectos…etc . Estoy en contacto con la familia intentando hacer sugerencias, dar ideas… para ayudar. En el último correo me explica que cosas le interesan en estos momentos y a que juega… ¿Crees que me podrías orientar un poco? Mis orientaciones van en el sentido de intentar escuchar sus intereses y a partir de ahí buscar que cosas le pueden gustar. Te adjunto el correo que me envió la familia explicando lo que actualmente hace en casa. No sé si necesitas más información. Mil gracias.

    Pues mira lo que suele hacer durante el día es jugar con bolas y tubos, tobogán, cuestas… cosas que tiene y que modifica para hacerlo caer en plan ascensor, trampas y ese estilo. Ahora le ha dado mucho también por el billar. Juega con sus reglas y también utiliza las bolas inventando juegos por los números o colores.
    El inglés en la tablet también lo tiene muy enganchado.
    También nos pide mucho estar encima de el. Jugar a luchas o encima de la cama cantando y peleando, tirándole en la cama. Y así una y otra vez.
    Intentamos que tenga un rato de lectura porque le entretiene, pero le llama más la atención cualquier revista, panfleto, instrucciones que pueda mirar muchas cosas que coger un cuento y leerlo de principio a fin.
    Por las mañanas siempre tiene un rato que yo pienso que lo hace porque le regula. Tiene un ordenador pequeño educativo donde hay unas canciones. Siempre se pone la misma canción una y otra vez y mientras suena se recorre la sala trepando y saltando por el sofá.
    También hacemos lo de las pistas que me comentabas que le hacía Joan.
    Se pone en el fregadero y juega con los tapers y el filtro de la cafetera utilizándolo de embudo.
    Si por el fuera estaríamos las 24 horas encima de el. O estaría enchufado a la tele.
    La tele la tenemos controlada a días. Sabe que hay un horario. Pero el durante todo el día lo intenta.
    Por las mañana intentamos que sea más rutinario pero me cuesta mucho y por las tardes que esta su padre más juego a lo bruto y juegos de mesa.
    Cuando yo hago cosas por casa, el se queda perdido en su mundo tirado en el suelo con algún objeto y tarareando. Pero esta agustisimo.

  • April 24, 2020 at 3:10 pm
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    Muchísimas gracias por todos los vídeos, ahora me pongo a verlos! Esta semana en el trabajo me ha sido de gran utilidad el documento sobre neurodiversidad! Eskerrik asko!

  • May 13, 2020 at 10:18 pm
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    Ao ler o seu artigo, revejo-me nele. Como já vos disse, sou educadora de infância, e sempre trabalhei com casos de autismo, trissomia 21, entre outros que chegam até nós e que devemos abraça-los. É desafiante, maravilhoso, enriquecedor e gratificante trabalhar com estas crianças. Aprendemos muito e enriquecemos o nosso dia-a-dia. O trabalho em equipa também é fundamental. As reuniões com os pais, com os psicólogos e terapeutas, o acompanhamento destas sessões e a implementação das estratégias em sala tudo se torna num desafio. Uma destas crianças esteve comigo ao longo de quatro anos, ainda hoje recordo a mãe a chorar e a dizer-me “nunca irei ouvir da boca dele a palavra mãe!”, fiquei com o coração despedaçado, mas logo ultrapassamos com os momentos tão bons que eles tinham em família e na escola. Outra criança, também não-verbal, chegou até mim com 6 anos e ainda com o desfralde para fazer. Percebi que simplesmente o tinham deixado vaguear pela escola ao longo destes anos, e que outras vezes o tinham preso numa cadeira! Estava assustada, mas sem nunca utilizar estes métodos, esta criança passou a interagir comigo, a solicitar ajuda, e a juntar-se a mim acabando por estar muitas vezes também junto de seus pares e a conseguir comunicar. É maravilhoso também perceber a sensibilidade de todas as crianças, que passaram a copiar o comportamento dos adultos para com estes meninos, e os adultos começaram a copiar comportamentos dos meninos para com estas crianças conseguindo tornar o nosso dia-a-dia mais rico.
    Crianças com a síndrome de asperger já foram várias as que ao longo da minha carreira estiveram comigo. É maravilhoso o quanto estas crianças têm para nos ensinar, é maravilhoso o quanto nos envolvem, a nós e aos seus colegas, nos seus projetos, nos seus interesses. Aprendemos imenso!!!!
    Talvez por ter esta experiência, e sendo eu mãe de duas meninas gémeas, apercebi-me que uma, com a entrada no pré-escolar tornara-se numa criança de birras, numa criança agressiva, sem permitir que os seus pares se aproximassem. Depois de longas reuniões com a educadora, e de conversas familiares, ouvia sempre a frase: “isto passa-lhe… ela vai habituar-se à escola”. Procurei um pediatra de desenvolvimento que também me pediu tempo, mas um ano depois estava de volta ao seu consultório, pois a minha menina estava agressiva com os pares que se aproximavam dela e escondia-se dos adultos que tentavam estar com ela.
    Depois de várias avaliações iniciaram-se as terapias, as consultas de psicologia e a insistência da administração de medicação, por parte da educadora, que nunca cheguei a dar. Foi a passagem para o 1º ciclo e o maravilhoso professor que ela encontrou que a levou a fazer um ciclo normal, com ainda algumas resistências, que foram contornadas por este anjo, o professor, que disse que esta menina, inteligente, mas com os seus próprios interesses estava a adaptar-se os novos colegas e que não necessitava de nenhuma medicação. Também percebi que as suas aulas eram muito dinâmicas e isso cativava a atenção da menina. Teve alta das terapias no 2º ano e a vida decorreu normalmente até a passagem para o 5º ano. Nova escola, novos colegas, muitos professores, auxiliares… um ambiente que levou esta menina a andar desorientada, perdida e a isolar-se. mais uma vez encontramos um novo anjo da guarda, um diretor de turma excepcional que a orientou para a psicóloga da escola e que fez com que a turma reconhecesse se apercebesse que esta menina não gosta muito do contacto físico, mas que é uma menina com qualidades maravilhosas. Hoje já é uma criança mais sociável e já procura grupos alguns amigos.
    Tem sido um percurso desafiante, mas depois de lidar com vários casos e de fazer muitas leituras aprendi a lidar melhor com a minha menina, que apesar de não gostar muito do contacto físico e de ter os seus interesses específicos (o violino e os cavalos), academicamente está bem, com a família está bem e socialmente vai fazendo o esforço para também estar bem!
    Ficava aqui a escrever e a contar histórias maravilhosas, outras menos, passadas com a minha filhota, mas agradeço-vos este espaço de partilha.
    Agradeço também à psicóloga Dra. Ana, me ter aconselhado a leitura do livro “A Síndrome de Asperger” de Tony Attwood, que ainda hoje é o meu guia, o livro que me faz compreender melhor, aceitar e adaptar-me ao comportamento destas crianças. Deixo-vos com uma citação do mesmo.
    ” As pessoas com SA possuem muitos aspetos positivos em termos de capacidades e de personalidade. Existem cientistas e artistas com SA que utilizaram as suas capacidades para alcançar grandes objetivos.”

  • June 25, 2020 at 1:21 pm
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    GRACIAS POR COMPARTIR TAN IMPORTANTE Y VALIOSA INFORMACIÓN. HE PODIDO ESTRUCTURAR MUCHO DESCONOCIMIENTO SOBRE EL TEMA.

  • July 2, 2020 at 6:38 pm
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    Muchísimas gracias por compartir tus experiencias personales y familiares.
    Los vídeos de TED muy interesantes.

  • July 24, 2020 at 9:17 am
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    Le tenía muchas ganas a este bloque, particularmente a este apartado.
    Desde que comencé a compartir tiempo y espacio con niños y niñas, me he visto atraída de una manera que no se explicar racionalmente hacia las personas TEA.
    Aunque se considera “oficialmente” un trastorno o dificultad, yo creo que más bien es otra forma de entender o procesar el mundo. Si se siguen sus pasos para ver como miran y te esfuerzas en comprender como lo hacen te descubren cosas fascinantes, que de otro modo no llegaríamos a plantearnos.
    Es lo que siempre intento transmitir al alumnado universitario, que cambien esa percepción. El alumnado TEA (y cualquiera vaya…pero centrandome en este tema) en las escuelas puede aportar tanta riqueza, que desafortunadamente en muchas ocasiones dejamos pasar o nublamos, por el simple hecho de querer intervenir y “traer” a la normalidad.
    Puede ser un experto en cualquier cosa, y que la explique o transmita cien veces mejor que el propio docente, puede enseñarnos (a la totalidad de la clase) a mirar, oir o sentir de otra manera…para ello me parece vital la idea de la transformación de los espacios (y por supuesto del concepto de escuela “tradicional”).
    Cuanto más avanzo en el curso, más estoy disfrutándolo. GRACIAS.

    • July 24, 2020 at 12:45 pm
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      Muchas gracias Natalia. Sí, efectivamente yo he aprendido mucho desde esa mirada diferente del autismo. Mucho del proyecto Createctura está impregnada de ella.

  • July 28, 2020 at 2:26 pm
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    No conocía Ted y me han encantado todas las intervenciones, muy interesante.
    Destacar la de Steve Silberman, me ha sorprendido mucho el tema de antivacunas al relacionarlo con autismo, cuánta desinformación

  • July 29, 2020 at 5:45 pm
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    Muchas gracias Irene, me han encantado todos lo vídeos, súper interesantes.
    Podría comentar miles de cosas que me han fascinado, desconocía Ted me ha parecido una ventana para conocer,investigar, acompañar y entender muchas cosas que se nos pierden con eso de buscar lo que supuestamente debe ser normal.
    Creo que cómo dicen en el último vídeo debemos ir todos juntos como si de un barco se tratase y no podemos perder ninguna mente,cerebro porque todos son valiosos, diferentes y exitosos!!!
    Gracias por compartir los enlaces me han encantado.

  • August 1, 2020 at 10:46 pm
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    Me ha encantado la parte de los cumplidos de la charla de Rosie King. ¡Qué cierto!
    Si alguien me dice alguna vez: ¡wow, que normal eres!, me da un patatús 🙂

    Si hacer cosas extraordinarias, sea en el ámbito que sea, es una cosa positiva y muy buscada, no sé porqué nos asustan tanto las personas cuyos cerebros ya son extraordinarios de serie.

    • August 5, 2020 at 10:12 am
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      Es totalmente cierto y al mismo tiempo la gente se define constantemente como “soy una persona normal”. En aplicaciones tipo Tinder por ejemplo es un porcentaje importante de gente que empieza su presentación diciendo algo así. Me impacta mucho verlo.

  • August 10, 2020 at 2:40 am
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    WOW, muchas gracias por compartir todas estas historias de vida.. dejan sin palabras y también ayudan a entender, ¡Celebremos la singularidad!

  • August 11, 2020 at 8:14 pm
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    Materiais muito ricos de informações! Obrigada por compartilhar! É preciso entender e olhar para as diversidades de nossas crianças.

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6 thoughts on “INTRODUCCIÓN BASES CREATECTURA

  • June 15, 2020 at 9:32 am
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    Buenos días Irene, soy Ginés. Ayer me enteré de la existencia de este curso e hice el ingreso a través de Paypal. Voy siguiendo tu trabajo desde hace 1 año aproximadamente y me parece muy interesante, innovador , motivador y respetuoso con la infancia. Soy psicólogo y dueño junto a mi mujer de una Escuela Infantil en Cartagena y me gustaría adaptar y aplicar parte de tus conocimientos y proyectos a esta etapa de edad.
    Me gustaría saber cuándo empezará el curso y también darte las gracias por esta iniciativa on line. Un saludo.

    • June 15, 2020 at 12:53 pm
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      Buenos días Ginés. Bienvenido al grupo. Comenzamos hoy. Os he enviado información a vuestro email. Para cualquier cosa, estoy a vuestra disposición 🙂

  • August 17, 2020 at 11:27 am
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    Para mi ha sido un curso fantástico. Me ha permitido conocer muchas cosas nuevas para mi. Poder investigar y conocer el trabajo de Createctura me permite abrir y ampliar la mirada hacia mi y mi hijo. Todos juntos podemos pensar en un camino diferente donde es más importante el aprendizaje y el disfrute por conocer cosas nuevas que no el resultado final. Aprender a ampliar la mirada a diferentes formas de pensar, de sentir, de comprender y de buscar lo que nos une en esa DIVERSIDAD. Muchas gracias Irene por tu trabajo y tu esfuerzo. Disfrutando ya del siguiente curso.

  • August 31, 2020 at 3:20 am
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    el curso me encantó, superó mis expectativas. Disfruté mucho del proceso. Me permitió ampliar mi mirada. Quería agradecerte Irene por habilitar esta hermosa experiencia.

  • September 25, 2020 at 12:51 pm
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    Fiz inscrição ontem, 24 de setembro. Logo após minha inscrição, vi no site que já poderia acessar os conteúdos do cursos que já está acontecendo. Hoje fui ver e não consigo. Quero saber qdo poderei acessar e qual o cronograma do curso que começará em outubro.
    Obrigada
    Abraço

    • September 25, 2020 at 1:36 pm
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      Hola, ahora te escribo al mail y te explico 🙂 .

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